Em entrevista, Fraga fala sobre: Ajudar Bolsonaro no Governo; Reajuste da Seg. Pública/DF e sobre o SINPOL



O ex-deputado Federal, que acompanha o processo de negociação do reajuste das forças policias, diretamente, com o presidente Bolsonaro não tem dúvida de que o projeto de lei mandado pelo Executivo para o Congresso será aprovado.


Por Josiel Ferreira 

Após circular nos bastidores de Brasília e depois ser ventilada na imprensa notícia de que o ex-deputado Alberto Fraga (DEM-DF) é cogitado a assumir ministério da Secretaria de Governo do presidente Jair Bolsonaro, Tudo OK Notícias entrevistou o parlamentar nesta quarta-feira (8).

Questionado se procede essa informação, Fraga afirmou que “olha, eu acho que sim, mas eu não vou comentar esse assunto, não”.

Ele afirmou que irá esperar o presidente decidir. Fraga antecipou ao Tudo OK Notícias que iria resolver uma questão jurídica. Indagado dá possibilidade de ser titular da pasta no governo Bolsonaro, o parlamentar disse acreditar que sim, “mas, agora, o melhor é aguardar o início de fevereiro, então vamos esperar”.

Fraga foi perguntado também se aceitará o convite do presidente da República. Ele respondeu ainda não saber e que tem que “conversar com Bolsonaro”.

“Tenho conversado muito com ele e agora eu quero ajudar, mesmo se eu não for ser ministro eu vou estar do lado dele. Eu quero ajudar como eu sempre ajudei. O resto é o de menos”, revelou.

Sobre o reajuste salarial dos policiais militares, bombeiros e civis, Fraga contou que o presidente Bolsonaro irá assinar, não tinha a previsão orçamentária e não quer ser envolvido em”pedaladas”.

Ele contou que o presidente fora orientado a voltar atrás, não fez o adiantamento para o GDF. “E resolveu mandar um PL ao Congresso. Esse projeto de lei vai ser votado até fevereiro. E, aí, o aumento será retroativo. É isso que eu sei”, ressaltou o parlamentar. Na visão de Fraga, o projeto irá passar no plenário “com certeza, não tenho dúvida”. Ele esclareceu que o aumento do salário da Polícia Civil está no pacote.

“Eu acho que tem que ter a paridade da Polícia Civil. Eu defendo. Agora, não pode ter aumento da Poícia Militar e bombeiro não ter. Os filhos de uma mesma mãe não pode ser tratado com desigualdade. Se todos são filhos da União, o mesmo tratamento que for dado para um tem que ser dado para outro”, destacou o deputado federal.

Fraga criticou o comportamento do presidente do Sindicato da Polícia Civil do Distrito Federal (Sinpol-DF), Rodrigo Fernandes Franco, o Gaúcho, durante as negociações.

“Eu não aceito essa forma, vamos dizer assim, canina, raivosa, que o presidente do sindicato jogou uma corporação contra a outra. Ao fazer aquelas declarações que vai fazer não sei o que, ninguém pode fazer campanha salarial, atacando as outras instituições. Ninguém pode fazer isso”. Questionado sobre uma possível greve da polícia civil, Fraga foi bem direto , “A greve deles a sociedade nem sente falta. Ele pode fazer”, acentuou.

Fonte: TUDO OK NOTÍCIAS

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