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Representantes dos aprovados PMDF de reúnem com autoridades para solicitar a correção de redações do seu último concurso público

Fonte: CABE PMDF
Representante da PMDF se reuniram no gabinete do Secretário de Segurança Pública, Anderson Gustavo Torres. Entre os presentes estavam a  deputada federal Celina Leão, o Presidente da Associação de Solidariedade e Apoio Social ao Inativo e Pensionista (Asapol)  Amâncio Joaquim Chacon e o representante da comissão aprovados PMDF 2018 2° etapa( redações ) Leonardo Carvalho  Ferreira.

Na reunião, ficou reconhecida a legitimidade e importância do pedido  feito pelos representantes da PM, ao solicitar a correção de 2.500 redações para a formação de cadastro de aprovados para futuras nomeações, uma vez que já existe um déficit de militares por conta das aposentadorias.

Como resultado da reunião, a comissão da PMDF  aguarda a correção das redações e convocação dos aprovados que gerará inúmeros benefícios à população, corporação e ao Governo do Distrito Federal.

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3 Comentários

  1. Embora compreenda o pleito dos candidatos, em razão do alto desemprego que temos, e também da necessidade de efetivo na PMDF, contudo, isso é um erro grave, fazer um arranjo para atender candidatos que não conseguiram a nota mínima para terem suas redações corrigidas. Isso é um desprestígio àqueles que se dedicaram com mais ênfase. Isso também macula não só a imagem do candidato aproveitado dessa forma, como também piora a imagem da PMDF, que diferente da maioria de outras instituições, pelo menos aqui no DF, não fazem esse tipo de arranjo.
    O correto seria realizar outro concurso público e, os que agora não conseguiram a nota mínima na prova objetiva, que é sim a parte mais simples do concurso, com certeza vão se dedicar mais e, ainda, já conhecendo como é o formato da prova, terão chances maiores.
    Repito: não é justo com os que se dedicaram e foram aprovados, fazer arranjos assim, mesmo com a premência de mais efetivo. Já somos motivo de piada nas redes sociais por causa desse tipo de arranjo em concursos anteriores.
    Posso falar com propriedade moral sobre isso, porque já realizei dos concursos para cargos diferentes na PMDF e logrei êxito em ambos, em meados da década de 90, em uma época que não tínhamos a maravilha da internet, que torna possível a qualquer candidato em qualquer lugar do Brasil, saber que tipo de conteúdo será cobrado no concurso, e ainda temos à disposição dos candidatos os cursinhos online, que parcelam aulas em até 12 vezes.
    Muito diferente de minha época, onde os concursos eram sim mais fáceis pelo conteúdo e concorrência, porém, a gente não tinha muito para onde se socorrer sobre material didático, muito abundante hoje em dia. Cada época tem suas peculiaridades, PORÉM, a dedicação sempre foi comum a todos os que obtiveram sucesso em qualquer época, depois da exigência legal de concurso público, após a Constituição de 1988.

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  2. Mais um dono de cursinho que é a favor da realização de outro certame para enricar por contrato com a administração publica. Antigamente quem influenciava para concursos ser abertos era os donos de cursinhos, até falar com o governo falavam, quando viram que os alunos pararam de ser enganados por 90% de professoras que vão em sala de aula para falar besteira e no final o aluno pagava R$3.000,00 para ficar escutando isso, começou a frauda por venda de material ilegal.
    Eu conheço bem o caso acima descrito, trata-se de uma comissão que se respalda em um decreto publicado no próprio edital, autorizando a correção dessas redações, a própria corporação já solicitou essas correções através do processo interno.
    Esses candidatos estão muito além de aprovados, no concurso em questão, foram escritos 54 mil candidatos, todos com nível superior, essa prova cobrou direito processual penal militar, criminologia inglês e natação, materiais de estudam no CFO, de todos esses candidatos, 13 mil foram aprovados, ou seja tiraram nota maior que o mínimo para serem aproveitados pela administração pública. Desses aprovados, no primeiro momento a administração pública aproveitou 3.100 redações número inferior as 2.000 vagas ofertadas no certame, pois reprovam na correção das provas subjetivas, no exame físico, no exame médico, no psicotécnico, e investigação social. Esses candidatos estão querendo só que aplique o decreto que foi publicado dentro do edital pelo próprio governador.
    A polícia militar tem hoje 7.700 policiais no operacional, sendo que a lei 12.086/2009 prevê 18.000, mais 3 mil podem sair a qualquer momento, pois completaram o tempo e temem a reforma de previdência. Vai ocorrer a redução do interstício abrindo mais 900 vagas. Tem policiais que tem tempo para averbar e podem sair a qualquer momento que não estão nesses 3.000.
    O contrato para abertura de concurso público desse concurso foi de 2.4 milhões com a banca examinadora, é oneroso, caro, demorado, só o prazo para escolher a melhor proposta e estar de acordo com a lei 8.666 é quase 2 anos, olha o exemplo da polícia civil que abriu licitação em 2016 e até hoje não saiu o concurso. Então, antes de falar, não julga, tudo está de acordo com a legalidade, interesse público, economicidade, razoabilidade, eficiência e motivação.

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    Respostas
    1. Acho que se referiu a mim, pois é o único comentário anterior ao seu aqui.
      Bem, não sou dono de cursinho.
      Ingressei na PMDF em 1995 como soldado. CFSD(Curso de Formação de Soldados) 1995, era o antigo nome que se dava ao atual CFP.
      Meu questionamento a respeito do suposto aproveitamento de redações de candidatos que não alcançaram a nota mínima na prova objetiva, é porque fiz dois cursos de formação na PMDF, e vi de perto o mal que isso causa, com diversos candidatos até abaixo da crítica. Não estou dizendo que é o seu caso e de alguns outros candidatos.
      Se as razões para o pleito de vocês forem apenas essas citadas em seu comentário, então retiro o que eu disse. Mas, repito: não sou dono de cursinho nem associado a qualquer um deles. A propósito, jamais frequentei um cursinho, seja para aprovação em concurso da PMDF ou para aprovação em três vestibulares, um na Unitins, dois na UnB e mais um ENEM em 2013, também para a UnB.
      Seja bem vindo à PMDF.

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