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Governo do Amazonas sabia previamente sobre o massacre

MARCADOS PARA MORRER

Equipe de reportagem da Globo News teve acesso a um relatório  interno da Secretaria de Administração Penitenciária do Amazonas, que já alertava, 4 dias antes para o risco de mortes dentro de presídios. 

O  estudo que gerou o relatório foi tão preciso, que alertava que haviam de 15 a 20 presos que estavam marcados para morrer, e que essa execução se daria em breve, em poucos dias.

O relatório apresentou o início de uma declaração de guerra interna dentro de uma facção criminosa local. Os mortos pertenciam a uma organização criminosa e a briga que resultou em mortes foi por disputa de lideranças internas.

"Estes sinistros desencadeariam em confrontos com mortes, não sendo possível definir o número de preciso de alvos da ação, porém conforme análise do cenário das lideranças, estima-se um número médio de 15 (quinze) a 20 (vinte) internos marcados para morrer" (fonte: G1 Amazonas, Rede Amazônica)

No total, com a rebelião do início desta semana, 55 detentos foram mortos dentro de diferentes cadeias de Manaus. 

Em nota publicada pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), é divulgado que um plano de contingência foi adotado para controlar um possível confronto, e que os presos envolvidos e mortos estavam sendo monitorados.

Airton Alvares, 30/05/2019, São Paulo, SP


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